Visão
Consolidar o Projeto Pangaea como uma organização de reconhecimento nacional e internacional por realizar ações sociais globais utilizando a arte como forma de representação da cultura dos mais distintos povos e nações.
Missão
Unificar os continentes através da cultura e se utilizar de linguagens artísticas como principal forma de expressão. Realizar atividades democráticas e, com isso, criar oportunidades para profissionais e público partilharem particularidades de suas respectivas culturas, com foco na evolução do pensar dos envolvidos e, juntos, descobrirem novas perspectivas de crescimento e evolução profissional nas diversas linguagens artísticas, influenciando e contribuindo de modo ativo com o desenvolvimento socioeconômico da sociedade na qual é membro.
Uma banda com uma manifestação poética e autoral atuante no cenário carioca, que se apropria de diversas linguagens artísticas; e tendo a música como bases, dividiram-se em duas vertentes primordiais: a poesia de rua e a canção popular. Associando ritmos brasileiros com timbres do rock clássico, a banda NA SALA DO SINO vem com uma proposta popular em muitos sentidos: desde sua concepção melódica e literária simples – que facilita a interação de diversos públicos –, até sua influência de elementos regionais, que incitam o swing e a dança como formas de expressão do público.
O show tem aproximadamente 80 minutos, nele o grupo caminha por um dos principais gêneros brasileiros – o baião – que mistura-se ao rock e ao blues. É perceptível na musicalidade da banda a presença de referências como Luiz Gonzaga e Pena Branca e seus desdobramentos – Gilberto Gil, Raul Seixas, Alceu Valença, Renato Teixeira –, fundidos ao triunfo da cultura pop – Rolling Stones, Beatles e The Doors.
Desde 2007 a banda faz parte do cenário da música independente; apresenta-se em diversas casas de show e festivas; realiza eventos onde participa e troca experiências com outros artistas contemporâneos; produz artesanalmente seu disco demo com material reutilizado e camisetas com técnicas de stencil, e prepara o lançamento de seu primeiro disco ”PETRÓLEO DO FUTURO”, pelo selo Multifo Music, em 2011. Assim, a banda NA SALA DO SINO vem extraindo o substrato de sua musicalidade e força poética e conquistando cada vez mais apreciadores desse movimento artístico Multi lateral.
O gênero musical da banda Sobrado 112 foi batizado de Skapolca, combinação do ritmo jamaicano Ska com a polca – estilo de música e dança de compasso binário. Ficou confuso? Façamos a brincadeira então de juntar os elementos: ritmos caribenhos, jazz, R&B e dança. Saia um pouco da fórmula e adicione aí mais alguns elementos como reggae, dub, samba-rock e demais ritmos baseados no groove. Está aí a fórmula do som do Sobrado 112.
Essa mistura nasceu no Rio de Janeiro, mais especificamente no bairro da Glória, na Rua Benjamin Constant, 112, em 2007, onde moraram Victor Gottardi e Leandro Joaquim, naturais de Ribeirão Preto, e Cláudio Fantinato, de Pirassununga, também do interior São Paulo. Das várias reuniões regadas com esta mistura de ritmos especiais saiu o “Desmanche”, primeiro disco da banda, com participações especiais de Aldir Blanc e Lucas Santana.
Clipe “Eu não quero ter razão”
Em 2008, os três músicos se juntaram aos amigos Maurício Calmon, Pedro Dantas e Miguel Martins e caíram na estrada. Essa convivência e amizade resultou num som compacto e original, levando a banda a ser vencedora do Festival Bota Pra Fazer Música no Rio de Janeiro em 2008.
Juliana ao vivo no Teatro de Arena
Nesse mesmo festival, a mistura de sons da banda chamou a atenção de Bruno Vieira, consultor de Novos Negócios da Oi, e dos integrantes do Conselho artístico da rádio Oi FM. O Sobrado112 foi de encontro com a proposta do selo Oi Música, de lançar para o mercado talentos emergentes da cena independente brasileira, que tenham uma brasilidade seu DNA. Então, o sexteto gravou o seu terceiro disco, “Isso nunca me aconteceu hoje”, sob assinatura artística do produtor Bid, referência na cena musical e responsável pelo “Afrociberdelia”, de Chico Science & Nação Zumbi. Esse novo trabalho mostra a sintonia entre os integrantes e a afinidade com as novas canções.
Nasci em Paris, vivi na Córsica (ilha da meditênea) até os nove anos e depois fui criado na Africa: Camarões, Gana e principalmente na Costa do Marfim. Aos 19 anos mudei para Europa para estudar e trabalhar em várias cidades (Paris, Londres, Bordeaux, Genebra, Lausanna, Fribourg, Brussels etc.). Trabalhei principalmente, no mundo da arte como coordenador e representante de bandas de música, circo moderno e também como produtor de eventos cultural (Saida de Album, Tour, Festical etc.). Pouco tempo depois comecei trabalhar com a fotografia cultural. Hoje, moro em Santa Teresa, Rio de Janeiro – trabalho com edição de livros fotográficos sobre a cultura artística Brasileira – 1° edição: Retratos da Cultura Carioca. e como produtor cultural (Orquestra Voadora (RJ), Ben Harper (EUA), Les Fils de Teuphu Vs Buster (França)).
Artigo de Imprensa
‘‘O mundo do espetaculo visto pela objetiva de JoA Azria’’ ‘‘Fotógrafo, organizador de eventos, apaixonado pelo circo… muiti funcio- nal.’’ . . .‘‘Após se lançou na fotografia há cinco anos, Jonathan Azria, conhecido como Joa, escolheu ilustrar os grupos de canções francesas (Les Hurlements d Leo, La rua Ketanou, AlaSourCe…) Tais imagens mostram atmosferas de shows ao mesmo tempo, calorosos e intimistas, retratos bem vivos de tais músicos.
Ao ver essas fotos, cremos estar dentro do público’’. . . Jornàl : Le Dauphiné Libéré – 2009 Jornalista : Chritophe Cadet
Essa frase, que é na verdade o primeiro verso de um samba do sambista/compositor, cantor, flautista e estivador Cláudio Camunguelo, resume a proposta desse grupo formado em 2008, Mansur Samba Trio.
Ricardo Mansur, Fabricio de Souza e Wallace Santos são nascidos e criados na região de Niterói e São Gonçalo, que faz parte do espaço urbano chamado Grande Rio, são essencialmente músicos, já tocaram e se aventuraram por estilos musicais diversos, por força da profissão.
Ricardo Mansur em seu CD de estréia “Terra de Índio” foi finalista do prêmio Sharp na categoria revelação, Fabricio de Souza acompanhou Emilio Santiago e Claudio Zoli durante 10 anos, Walace Santos é membro da banda de Sandra de Sá e também acompanhou Zoli. Enfim, são músicos experientes.
Mansur, Fabricio e Wallace não são sambistas, mas nutrem profundo respeito por esses artistas que realmente fazem jus a essa alcunha, os “velhos malandros maneiros” cantados no samba de Zé Luiz do Império e Nei Lopes.
Eles podem ser chamados “sambeiros” parafraseando Benito di Paula que se entitula dessa forma. Eles chegaram ao samba através da música, por reconhecerem no samba a sofisticação musical da síncope e seus desdobramentos, por reconhecerem que o samba é a música que representa a essência musical brasileira e por sentirem no samba a possibilidade de fruição artística natural.
Pela experiência variada do grupo há sempre alguma mistura, uma pegada funk aqui, uma pitada de jazz ali, uma levada afro acolá, uma balada brasileira, poderíamos dizer que fazem um samba com verniz de MPB. Nenhum deles foi criado musicalmente a partir de uma escola de samba, mas todos eles foram criados musicalmente “na rua”, “no baile”, no ofício da profissão.
O repertório do grupo se delineou a partir das composições de Ricardo Mansur, que têm sido gravadas por alguns intérpretes da nova geração de sambistas como o grupo Batuque na Cozinha que gravou “Wilson Divisão” (Ricardo Mansur/Ricardo Moreno) interpretada com maestria pelo genial Wilson da Neves e também o grupo Balaio Carioca que gravou “Santa Teresa” (Ricardo Mansur) e “São Jorge” (Ricardo Mansur).
A temática das letras é basicamente do cotidiano atemporal: personagens, situações e visões gerais do espaço onde se vive. Visão dos mundos que estamos inseridos. Crônicas das personagens desses mundos. Letras que transitam do bom humor cotidiano à poesia fina e contundente.
Nenhum conceito criado a partir de rótulos será suficiente para entender a música do grupo. Em última instância, falar de música é uma tarefa inglória e impossível como diria o maestro Tom Jobim. Mas pode se dizer que o som da banda é forte e autêntico.
Senhoras e senhores, escutem o Mansur Samba Trio e façam seu próprio juízo. Vale a pena!
Eles têm algo a dizer através da arte, vieram para ficar e “musicalmente falando” admiram o samba e a música brasileira com o coração.
Décio Canhoto
maestro, etnomusicólogo e percussionista
Nova Lapa Jazz é um grupo que surgiu com a proposta de democratizar o Jazz no Rio de Janeiro abrindo o acesso gratuito aos shows. Nosso compromisso era de fazer um show por semana em um bar comum da Lapa sem cobrar couvert, para conseguir agregar novas redes sociais ao público do show. Um público universitário em sua maioria que não é o de costume nas apresentações de Jazz instrumental que acontecem atualmente na cidade. Com isso fizemos um evento chamado Jazz no Buteco, que já está mais do conhecido pela cidade, arrisco dizer que é a novidade no Rio 2011.
Clipe
A resposta do público foi a melhor possível, todos apoiaram a ideia, temos um público muito variado mas com uma maioria de jovens entre 20 e 30 (também como os integrantes do Nova Lapa Jazz). O clima de descontração e troca já é característico do evento, é um dos pontos mais elogiados pelos frequentadores, muitos desses são músicos que vem para ouvir e participar. A ideia se espalhou rapidamente na internet e já tem mais de 2000 contatos no facebook tendo a cada semana mais de 300 pessoas confirmando presença na página de divulgação do evento, e mais de 400 pessoas ocupando a praça todas as quartas. Temos um grande público fiel e pedindo por mais shows. Essa enorme aceitação já fez da festa o “point” para as noites de quarta no Rio. A rua logo vai mudar de Rua da Lapa para Rua da Lapa Jazz!
O Rio de Janeiro estava precisando de uma proposta como essa e nós músicos apaixonados pela música instrumental também precisávamos desse espaço, acho que esse encontro de duas forças aa proposta um sucesso instantâneo! Nós do Nova Lapa Jazz esperamos que parte desse público que frequenta nossa festa comparece nos próximos espaços que vamos nos apresentar, para que assim possamos dar continuidade ao grupo e aquecer a cena da música instrumental no Rio.
A banda G.O.L.P.E. – Grupo Organizado Livre nos Pensamentos e Escolhas – foi criada em 2006 pelo cantor, compositor e ativista Rafael Kalil juntamente com o compositor e instrumentista Thiago Silva, filho do renomado baterista Robertinho Silva.
Os objetivos da banda iam muito além das apresentações em palco das engajadas composições da dupla. Não foi à toa que Kalil levou a G.O.L.P.E. para uma turnê pelo sistema penitenciário do Rio de Janeiro, batizada de A Caravana. Não havia espaço mais adequado para lavar a bandeira do Brasil, uma das muitas formas de protesto criadas pelo grupo.
O sucesso da Caravana nas 15 unidades em que a banda se apresentou entre os anos de 2006e 2008 repercutiu de tal forma no sistema penitenciário que os presos convidaram Kalil para dar aulas de poesia em duas cadeias do Complexo de Gericinó. Em seguida, o músico foi convidado pelo delegado Orlando Zaccone, que assumiu a Polinter em 2009, para coordena o projeto Carceragem Cidadã da Polinter nas carceragens da Policia Civil. Em dois anos, Kalil e parceiros como BNegão, Marcelo Yuka e Tico Santa Cruz fundaram 14 bibliotecas, promoveram mais de 20 shows e exibiram mais de cem sessões de filmes para os presos, além de terem montado grupos de produção de trabalhos artesanais e alfabetização.
A banda transferiu sua militância para as celas do DEGASE, em uma parceria com o Circo Voador e a Secretaria Estadual de Cultura. Mas seus integrantes acreditam que tenha chegado a hora de levar sua mensagem para o público em geral. O primeiro álbum, em fase de gravação, chega em breve ao mercado. O Ministério da Saúde adverte: as músicas que estão saindo do forno são para quem tem estômago forte.
Alem de ter tocado em inúmeras carceragens do Rio de Janeiro, a banda já se apresentou no Teatro Odisséia, Sesc São Gonçalo, Arcos da Lapa, Teatro Sergio Porto e Saloon79. A banda tem como parceiros em projetos e na musica artistas e profissionais BNegão, Marcelo Yuka, Black Alien, Orquestra Voadora, Rodrigo Penna Firme, Marcelinho da Lua, Coyote, Tico Sta Cruz, Orlando Zaccone, Circo Voador, Radio Rua, DEGASE, Secretaria Estadual de Cultura, DJ MAM e Ponto de Equilíbrio, entre tantos outros.
Outro grande parceiro da G.O.L.P.E. é o cientista social e ativista Daniel do Vale, que, além de assinar algumas canções com a banda, faz interferências no palco. Daniel conheceu Kalil e os rapazes do G.O.L.P.E. logo depois do acidente que o deixou cego e desde então vêm participando juntos de protestos e eventos políticos, tais como as Conferências Estadual e Nacional do Direito da Pessoa com Deficiência e o movimento Fogo no Boneco, que por duas ocasiões ateou fogo num boneco nas escadarias da Alerj.
Thais Villela é uma jovem cantora carioca integrante da promissora safra de músicos que atua e compõe no famoso distrito da Lapa. Traz consigo em seu canto este universo dos novos músicos, o frescor de suas composições e revisita também o samba clássico interpretando compositores como Cartola, Paulinho da Viola, Baden Powell, Paulo Cesar Pinheiro, entre muitos outros. Um repertório vasto, rico e muito vivo.
Baseada no Rio de Janeiro, já esteve em palcos como Teatro Rival BR, Circo Voador , Clube dos Democráticos, Semente e Rio Scenarium, onde vem fazendo temporadas há cerca de 4 anos. Apresentou-se também em Londres e em outras cidades inglesas. Atualmente está gravando seu album de estréia.
Além do seu trabalho solo, Thaís integra, há cerca de 10 anos, a Comuna do Semente ao lado de músicos como Yamandú Costa, Nicolas Krassik, Gabriel Grossi e Edu Krieger.
Projetos
Receita de Samba o Show
O Show Receita de Samba, que estreiou com longa temporada no Hotel Sofitel, em Copacabana, com direito a degustação de feijão amigo para o público, traça um painel da importância da comida brasileira em nossa música, onde o feijão tem sua posição de destaque. A feijoada hoje é o prato símbolo do Brasil e presença quase obrigatória nas rodas de samba. Dentro desse contexto, o show traz músicas que falam de ervas, feiras, doces, peixes, legumes, pimentas, um verdadeiro cardápio para se degustar, ouvir e dançar, através de uma cronologia de obras que retratam a culinária brasileira em seu vasto repertório de “receitas musicadas”, de grandes mestres e novos talentos.
Formação do Show: Marlon Mouzer (Violão Sete Cordas) / Henry Lentino (Bandolim), Junior e Luiz Augusto (Percussão) / Rodrigo Revelles (Sopros) / Thais Villela
Buenos Sambas Buenos Aires
O Buenos Sambas Buenos Aires, reúne Samba, Tango, Jazz, Instrumental, Improvisos e pode ser assistido todos os sabados no Semente na Lapa. Todos estes elementos fazem da noite um encontro musical com ricas referências trazidas das diferentes vertentes de que se originam os músicos e cantoras.
Este mesmo show possui uma versao eletronica entitulada ELETRO Buenos Sambas Buenos Aires com a insercao de samplers e pre producoes cuidadosamente feitas em estudio. Neste show alem da banda base temos a presenca de um DJ com interferencias eletronicas.
Com: Thais Villela (voz), Nuria Pucci- Argentina (voz) e Pedro Franco – Porto Alegre (Bandolim) + Banda de apoio.
Thais Villela e Quarteto Casa Forte
Cantando Baden Powel, Paulo César Pinheiro, recordando Elis Regina e Elizeth Cardoso, Thais e o grupo completam a noite com um excelente instrumental garantindo uma noite para dançar e cultuar a MPB.
Com Casa Forte:
Sergio Castenheira (Baixo), Miguel Martins (violao), Yuri Villar (sax) e Rodrigo Serra (bateria)
Caravana da Liberdade
A cantora participa ainda do projeto Caravana da Liberdade, onde exerce sua cidadania em uma iniciativa social ao lado de varios artistas levando a presidios e carceragens, arte e cultura aos que cumprem suas penas em regime fechado.
Compositor, instrumentista e cantor carioca, Penna Firme vem consolidando, nos últimos anos, sua carreira profissional. Em 2002, foi agraciado em Segundo lugar no concurso “Jovens Talentos”, da prefeitura do Rio de janeiro, em parceria com Gabriel Improta; em 2006 ganhou o prêmio “Trama Cultural” com a música Caminho de Casa, interpretada pelo grupo Acuri. Em 2008 teve sua música “Na social” gravada pelo grupo carioca Bandeira2. Em 2009 teve sua música “Samba do Tamborim” gravada pela cantora Sanny Alves, faixa que abriu a segunda coletânea de sambas do selo Fina Flor. Classificou-se também nos concursos Samba de Quadra (Light) e casa de Samba; participou em transmissões radiofônicas e televisivas nas radios Nacional, Bandeirantes e na TV Brasil. Em 2010, lança seu disco na Feira da Música em Fortaleza. Tem apresentado seu show em casas consagradas no Rio de Janeiro, além de outros Estados.
Explorando diferenciadas texturas musicais e sonoridades diversas, o autor vai do regionalismo do samba, até os sons mais cosmopolitas, criando uma ambiência globalizante que realça sua poesia. Trás ao público amante da música popular brasileira um universo melódico e rítmico instigante e singular.
Em sua obra, o compositor elege seu cotidiano e suas experiências de vida para falar da difícil arte de viver, retratando em suas composições seu jeito especial de estar no mundo. Enquanto se move entre a narrativa autobiográfica, a pura fantasia ou até o sonho, a memória e a ficção se confundem, criando uma nova realidade.
Ao colocar-se como personagem central desta trama existencial, o Autor acaba por referir-se, também, à realidade na qual que vivem as pessoas em sua cidade natal, o Rio de Janeiro, e por extensão, sobre a vida que, no geral, se leva nos grandes centros urbanos.
Seu trabalho é composto por canções de sua autoria, sendo algumas delas com parceiros, como: Gabriel Moura, Bnegão, Tiago Mocotó, Gabriel Improta, Pedro Moraes e tem como uma de suas características a força da poesia deste versátil compositor carioca.
Em sua trajetória artística, o músico se fez notar por suas composições e por sua atuação como intrumentista ao violão de sete cordas. Acompanhou músicos consagrados como, por exemplo, Xango da Mangueira, Monarco, Daúde, Arlindo Cruz, Luis Alves, Walter Alfaiate e com grande parte da nova geração de músicos locais, Apresentou-se no Carioca da Gema (onde foi finalista no concurso de novos Talentos 2007), Centro Cultural Carioca, Bar da Ladeira, Teatro Odisséia, Rio Scenarium, Estrela da Lapa, Cachaçaria Mangue Seco, Casa Rosa, Espelunca Lounge, entre outros.
Sobre o Disco
O disco de estréia do compositor Penna Firme, “Levando a Vida Assim”, trás ao público amante da música popular brasileira um universo melódico e rítmico instigante e singular. .. Explorando diferenciadas texturas musicais e sonoridades diversas, o autor vai do regionalismo do samba (malandro Sarapa), até os sons mais cosmopolitas (Um corpo Só), criando uma ambiência globalizante que realça sua poesia. .. Em sua obra, o compositor elege seu cotidiano e suas experiências de vida para falar da difícil arte de viver, retratando em suas composições seu jeito especial de estar no mundo. Enquanto se move entre a narrativa autobiográfica, a pura fantasia ou até o sonho, a memória e a ficção se confundem, criando uma nova realidade. .. Com um olhar dirigido para o dia a dia dos indivíduos na urbe, fala da vida agitada e impessoal nas ruas, dos amores e desamores, das pessoas e das coisas anônimas, da falta e da busca por uma identidade, das ações simples e repetidas e ricas em conteúdo, que às vezes não nos damos conta que realizamos. “Todo dia é a mesma agonia, a rotina a se repetir e você não consegue pensar, não consegue fugir…” e que, para ele, se traduz em nossos pensamentos, desejos, emoções e sentimentos mais variados e profundos. .. Ao colocar-se como personagem central desta trama existencial, o Autor acaba por referir-se, também, à realidade na qual que vivem as pessoas em sua cidade natal, o Rio de Janeiro, e por extensão, sobre a vida que, no geral, se leva nos grandes centros urbanos. .. Seu trabalho é composto por dez canções de sua autoria, sendo algumas delas com parceiros, como: Gabriel Moura, Tiago Mocotó, Gabriel Improta, Pedro Moraes, Rafael Kalil e tem como uma de suas características a força da poesia deste jovem e versátil compositor carioca. .. Ora de forma simples e direta, como em “Levando a Vida”, para falar do cotidiano carioca, “eu vou levando a vida assim, seguindo o curso natural, às vezes bem, mas outras vezes mal”, ora utilizando metáforas para se expressar, como no bolero “Sonho Breve”, ao falar de devaneios amorosos, “…e mergulhar em seus cabelos, penetrar os seus castelos, desfazendo seus novelos, dar um beijo nela”. .. A referida produção musical é assinada por Rodrigo Campello (Roberta Sá, Pedro Luis, Fernanda Abreu, entre outros). Os arranjos são de Henrique Band, Luis Barcelos, Thiago Silva, além de contar com a participação de músicos consagrados como Bnegão (Planet Hemp), Junior Tostói (Lenine), Sidão (Seu Jorge), René Rossano (George Israel) além da nova geração como Nina Wirtty. .. Este CD representa de dez anos de trabalho do compositor e, também, reflete todo seu trabalho de pesquisa como compositor e sua prática musical como instrumentista.
A Orquestra Voadora surgiu de encontros de Carnaval.
Músicos que todos os anos animavam a folia tocando, de bloco em bloco, os tradicionais sambas e marchinhas, de tanto se encontrarem, resolveram criar uma banda. Uma banda não, uma brassband, composta só de instrumentos de sopro e percussão, que continuasse a tocar nas ruas durante o ano todo os mais variados estilos musicais. Ritmos como rock, funk, jazz e pop foram transportados para o universo da rua, adaptados a uma formação de banda em que não há guitarras ou baixo.
O resultado é explosivo. A energia contagiante do público, lado a lado da banda, alimentando os músicos com sua vibração e recebendo em troca a pulsação e a força do som fazem da Orquestra Voadora uma experiência única. E o Rio de Janeiro percebeu isso. Das ruas para o palco e do palco para as ruas, a Orquestra Voadora já carimbou presença nas principais casas de show da Lapa, já promoveu cortejos inesquecíveis, já marcou presença em grandes festivais da cidade. O espírito de liberdade e alegria são a principal marca desse
grupo, que cultiva um profundo amor à música e acredita plenamente em seu poder transformador.
Os ensaios abertos promovidos nos jardins do parque do Flamengo, em que diversos músicos, de profissionais a iniciantes, vem se juntar a banda para trocar, tocar, curtir, aprender e vivenciar a música, as apresentações em comunidades como o Complexo do Alemão e favela da Maré e a participação no projeto Plateias Hospitalares com os Doutores da Alegria, levando música e alegria à pacientes de hospitais, fazem da Orquestra Voadora muito mais do que uma banda ou um bloco de carnaval.
Orquestra Voadora é um coletivo de exaltação à felicidade, liberdade e amor.
2011: O céu não é o limite
No ano de 2011 a Orquestra Voadora almeja voar ainda mais alto. Já se encontra em fase de gravação o primeiro disco da banda, com lançamento previsto para julho.
Existem inúmeros projetos idealizados pelas cabeças inquietas dos músicos voadores, dentre eles podemos citar alguns.
Projeto Turnê dos Coretos: Visitar e revitalizar culturalmente os diversos coretos da cidade. Trazendo esses espaços, outrora tão presentes na vida da cidade, de volta ao convívio do público em geral.
Batalha de Fanfarras: Promover encontros com outras fanfarras do interior do Brasil. Trocar experiências, vivências e aprendizados, finalizando com uma grande apresentação de rua.
Intercâmbio Musical: Produzir eventos que possam trazer bandas com excelentes trabalhos musicais de fora do Rio de Janeiro, e até do Brasil. Em troca participar de eventos por eles produzidos em suas cidades. Já foram estabelecidos contatos com bandas de Goiás, Brasília, Porto Alegre, Portugal e Dinamarca.
Gravação do DVD Orquestra Voadora: Transformar em um produto audiovisual a experiência voadora que vem contagiando o público carioca.
Turnê na Europa 2011: Já temos várias opções de agosto a setembro 2011.
Todas essas e outras ideias estão em fase de fomentação e podem ser desenvolvidas para serem enquadradas nas Leis de Incentivos fiscais Federal, Estadual e Municipal.
Para a Orquestra Voadora o céu não é o limite!
O carnaval de rua
O carnaval de rua do Rio de Janeiro, o famoso “carnaval das marchinhas”, voltou a encantar o Brasil. O que há alguns anos atrás parecia ser uma tradição abandonada pelo carioca, que trocava a brincadeira na rua pelo desfile televisionado da Sapucaí, hoje vem enchendo cada vez mais as ruas da cidade, atraindo foliões de todo o país e alcançando o posto de maior carnaval de rua do Brasil.
A Orquestra Voadora tem papel fundamental nesse processo. Seus músicos vem há anos participando dos blocos de marchinha que resgataram essa tradição, como o Céu na Terra e Cordão do Boi-Tatá. A partir de 2009, com o primeiro desfile do Bloco da Orquestra Voadora, inovou a brincadeira misturando ritmos como o rock, funk, jazz e pop junto a sambas, frevos e maracatus. Tudo isso sem perder a característica das bandas de rua, utilizando somente sopros e percussão.
2009 : “woodstock carioca”
O sucesso do bloco foi imediato. No primeiro desfile, em 2009, mais de 3.000 foliões vieram aos jardins do Museu de Arte Moderna, no parque do Flamengo, conferir a novidade, transformando a festa na grande sensação do carnaval daquele ano, sendo apelidada
de “woodstock carioca”.
2010 : 15.000 !!!
Em 2010 o cortejo ganhou proporções impressionantes, arrastando mais de 15.000 pessoas para a folia.
2011: Para o alto e avante!
O Carnaval de 2011 foi coroado com um desfile triunfal da Orquestra Voadora. Cerca de 25.000 pessoas brincaram em uma grande folia, que, além da Banda Orquestra Voadora e seu bloco ( cerca de 70 músicos) contou com a participação de artistas
de rua (malabares, palhaços, pernas de pau, performances de fogo etc. ) e duas bandas convidadas da Europa (A Banda, da Dinamarca e Globe Note, da França). Sendo considerado um dos melhores blocos carioca de 2011.
Para 2012 a Orquestra Voadora promete produzir uma loucura ainda maior e melhor.
Sou estudante de fotografia e apaixonada por imagens desde criança. Passei a infância entre fotografias que meu pai tirava da família e dos lugares por onde viajava. Isso sempre me fascinou. Gosto da sensação de poder mostrar ao mundo como vejo tudo ao meu redor. E também amo a capacidade de perpetuar os fatos e as emoções que uma câmera me dá. Já fui vendedora, estudei jornalismo, trabalhei em multinacional e agora me aventuro pela publicidade. Mas já está tudo claro pra mim: meu destino é a foto.
Visão
Realizar ações sociais globais utilizando a arte como forma de representação da cultura dos mais distintos povos e nações.
Missão
Unificar os continentes através da cultura se utilizando das linguagens artísticas como meio de expressão. Realizar atividades acessíveis, práticas e, com isso, criar oportunidades para profissionais e público partilharem particularidades de suas culturas, com foco na evolução do pensar e, assim, proporcionar insights sobre novas perspectivas de crescimento e evolução profissional nas diversas linguagens artísticas, influenciando e contribuindo de modo ativo com o desenvolvimento socioeconômico.