Bem vindo ao blog do Projeto Pangéia!
1ª Edição – dias 16, 17 e 18 – outubro 2009!
Taubaté – Brasil – Rua Mariana de Mattos Hardt, 43 – Campos Elíseos.
Estamos realizando uma, de várias manifestações artísticas, abraçados com aqueles que caminham juntos e partilham suas idéias, trabalhos e ações! Dessa união brotam alternativas ainda desconhecidas ou inexploradas, outras que já se havia pensado mas estavam adormecidas, apenas aguardando o melhor momento para serem reunidas na prática conjunta!
A possibilidade de expor nossos trabalhos, por si só, nos permite ter uma percepção distinta sobre eles, não apenas observando a reação dos outros, mas modificando sensivelmente nossa própria concepção!
No coletivo, aqueles que estiverem presentes poderão partilhar muitas idéias, apreciar outros trabalhos, talvez sentir sutis despertares, vislumbrar meios diferentes de produzir, reproduzir, integrar! Aprender algo novo, ouvir boa música e dar boas risadas, nús e abraçados, dançando sob o brilho lunar: contemplando a arte de ser humano!
A 1ª Edição do projeto foi feito para todos, mas, acima de tudo e antes de qualquer argumento, foi essencialmente desenhada pelo nosso desejo de integrar e realizar!
Dentre todos, grande parcela dos nossos foi abordada da seguinte maneira:
- e aí, vai rolar um movimento artístico em outubro, gostaria de mostar alguns de seus trabalhos?
- não sei o que exatamente mostar, mas estou dentro!
- alternativas tem várias, e aquele seu trabalho sobre fotografia, como anda? ou, e ae, quer fazer um som para uma galera diferente, alternativa, assim como nós? Vai ser dia 16, 17 e termina no começo do dia 18, bóra?!
- Fechou!
Então, cabe a mim parabenizar cada um dos envolvidos pela iniciativa. Seria impossível expressar em palavras a gratidão pelo compromisso, por se integrarem num movimento essencial, sem fronteiras ou filtros, todos juntos com muito amor por aquilo que produzimos!
Pangéia é nossa! Nós somos Pangéia!
Deyves Martins
Deyves Martins
Pode-se dizer que Deyves é um experimentalista nato. Desde pequenino velejou por áreas distintas. Praticante de basquetebol dos 11 aos 15 anos, mesma idade em que abandonou tudo e foi viver só, noutra cidade, distante do conforto do lar!
Quatro meses mais tarde voltara a viver com os pais e iniciara estudos na área tecnológica. Os frutos retornaram muito brevemente! Foi convidado a ser o estagiário modelo de uma renomada instituição de ensino tecnológico de nível nacional, com ramificações na américa latina.
Após o período de experiência foi contratado e assumira a responsabilidade de qualificar mentes para atuar no mercado de trabalho de tecnologia da informação.
Inquieto, curioso e aventureiro, mudou-se de cidade algumas vezes, atuou em várias insituições de ensino, sempre desenvolvendo o conhecimento técnico, sem perder o foco em como transmiti-lo: a comunicação interpessoal.
Auto-didata com mais de 45 certificações em diversas áreas, explorador sagaz, filho único que aprecia viajar sozinho, intenso nos relacionamentos, dedicado aos estudos, principalmente em comunicação, meticuloso, desapegado de tudo e todos, ansioso por mais, contemplador do novo, do diferente.. Algumas características que tão bem descrevem seu modo de pensar e agir.
Você que dedica seu precioso tempo para ler esta descrição de quem é Deyves Martins, pode vir a crer na possibilidade de ter desvendado algo sobre ele. O alerta é sempre válido: estruture-se para surpresas, sumiços e aparições, pois quando se trata deste ser humano, tudo é imprevisível, tudo é improviso!
Após o curto período de formação durante esta breve temporada no planeta água, surge a fotografia em seu caminho: identificação imediata, paixão que consome toda a atenção e dedicação, uma nova aventura! As fotografias de Deyves carregam o peso da bagagem cultural adquirida ao longo de sua curta estadia terrestre; refletem uma percepção distinta, diferenciada, um olhar distante suficiente de quaisquer áreas de estudos e, ao mesmo tempo, convergente com cada uma delas.
No pluralismo de tal singularidade, o material apresentado na 1ª Edição do Projeto Pangéia tem como objetivo permitir que, um a um, apreciadores de arte tenham sua concepção renovada, com a ousadia essencial daqueles que buscam a diferenciação!
Deyves Martins, além de fotógrafo, também é curador e o principal articulador do Projeto Pangéia.
Taxi Free – Porto Alegre – RS
TAXI FREE
Estrada de chão batido, ronco de motores, um bourbon na mochila e muita música no coração.
Sendo hoje considerada expressão renovada do cenário musical do Sul do Brasil, a Taxi vem a sete anos levando em “alto e bom som” o seu trabalho, mostrando em palcos de todos os lugares, muita expressão “ao vivo”, música com vibração e presença de palco de muito carisma.
Quem assistir o show, poderá desfrutar de clássicas releituras de grande nomes como The Rolling Stones, Creedence, Jimi Hendrix, Eric Clapton, Stevie Ray Vaughan, Elvis Presley , e muito mais. Além é claro, canções do primeiro disco da banda, o SELVAGEM (Bull Records, 2005).
Algumas das faixas do SELVAGEM, como “Nos Embalos de Roll”, e é claro, “Procure por Mim” (música do primeiro clipe), são sempre esperadas pelo seu público, e executadas com muita pegada de blues e rock. O single, “Minha Garota”, lançado em 2006, é canção da banda e também faz parte do show, e é puro embalo, lembrando o feelling do bom e velho Stones.
O trio não esquece das homenagens, e entre muitas outras, executam releituras como Brown Sugar e Jumping Jack Flash (R. Stones), Green River (Creedence), Mary Had a Little Lamb (Buddy Guy), Mustang Sally (The Commitments), That’s all right (Elvis Presley), e Sunshune of your love (Cream de Eric Clapton).
Alguns palcos por onde a banda passa
- Dado Tambor, John Bull, Abbey Road e Sargent Peppers, Teatro do SESC (Porto Alegre/RS)
- Mississipi Delta Blues Bar, Revival Rock Bar (Caxias do Sul/RS),
- John Bull e Drakkar (Florianópolis/SC),
- Blues on the Rock (Ubatuba/SP)
- Luau Deck Bar (Taubaté/SP)
Principais festivais
-Moinho da Estação Blues Festival (Caxias do Sul/RS, 21, 22 e 23/11/2008) – grande festival onde o trio teve o prazer de tocar ao lado bluezeiros como Magic Slim e J.J. Jackson (USA).
www.moinhobluesfestival.com.br
-Grito Rock Edição Porto Alegre (Porto Alegre, 19 e 20/02/2008) – festival ligado a ABRAFIN, que ocorre todos os anos em quase 50 cidades de toda América Latina, oportunidade em que trio tocou ao lado de outras bandas da cena rock nacional.
http://gritorockpoa.blogspot.com
Rádios e TVs
Ipanema FM, Pop Rock, Unisinos FM (103.3) e Atlântida
Papo Clip (TVCOM), Ulbra TV, Radar (TVE), Patrola (RBS)
REVISTA GUITAR PLAYER
Na Edição de Janeiro/2009, os leitores de uma das principais revistas de música do país puderam conferir uma matéria sobre a Taxi Free, mencionando destaque em dois grandes shows no festival Moinho.
REVISTA NOIZE
A Taxi Free foi mencionada na Edição de n° 20, dez/2008, da revista Noize.
Contato para shows:
ATELIÊ ROCK PRODUÇÕES
(51) 8130-7444
Gabriel Teixeira
Gabriel Teixeira é músico (beterista), tocou com bandas como forró do lango-lango (forró pé de serra) e Dub Nego (reggae), Ragga Massa (uma das primeiras bandas de reggae da região).
Começou tocando com bandas de punk rock e, com o tempo, foi descobrindo a música brasileira. A partir daí começou a estudar e pesquisar bandas, ritmos e artistas nacionais.
Atualmente Gabriel é DJ residente do ECOBAR da cidade de Pindamonhangaba-SP, tocando MPB, Reggae e Dub.
Em seus sets Gabriel, procura sempre sonoridades e artista desconhecidos, novidades para muitos, com a intenção de divulgar e apresentar velhos e novos sons que não chegam aos ouvintes….
Para o Projeto Pangaea, Gabriel preparou o set Pernambuco Style, no set mistura o maracatu, o coco, o rock, o reggae, dub… de artistas pernambucanos como Chico Science, Cordel do Fogo Encantado, Lenine e outros artista desconhecidos para a maioria do público.
Kauhan Teixeira
Sou Kauhan Teixeira. Tenho 20 anos e a 2 anos trabalho com fotografia e faço meus corres por aqui.
Fiz minha primeira exposição a pouco tempo em São Bento do Sapucaí -SP.
Esse trabalho ”Aquilo que vejo” é apenas uma junção de algns outros trabalhos.
São fotos que gosto muito e correspondem a minha visão das pessoas e do mundo.
Não trabalho por dinheiro nem por estatus. Faço por amor a fotografia!!!
Andressa Carvalho
A jovem e promissora artista plástica Andressa Carvalho, é joseense de nascimento e, tem formação em História da Arte pela UNIFEST de Guarulhos.
Na capital paulista, estudou Técnicas de Pintura no Atelier de Roselli Ferreira e Restauração na Escola de Carlos Rielli.
Especialista em Reaproveitamento, desde 2007, desenvolve projeto sócio-ambiental para empresas com Reciclagem e Reaproveitamento de materiais como Tecido, papel, papelão, plástico, alumínio.
Há 05 anos, participa em São Sebastião do projeto “TERRA DEUSA”, que visa a sustentabilidade da sociedade como um todo, ministrando cursos e oficinas de reciclagem com papel, moda reciclada e customização.
Na sua ultima exposição participou com duas obras de pintura a óleo sobre painel de aparas de tubo de creme dental, da 1ª Mostra Joseense de Cultura, promovida pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo, que reuniu muitos outros artistas da cidade na Galeria de Artes Helena Callil, em junho de 2009.
Artista que segue a tradição da restauração e do reaproveitamento para unir passado e futuro, técnicas e descobertas, por onde tudo se recorta, se recria, se reorganiza.
Em suas criações, a arte trabalha com o segundo olhar, como uma pequena criança: se você não lhe lava o rosto, ela não te enxerga. Do mesmo modo, se uma pilha de lixo pode retomar seu diálogo e lavar o rosto conformista de uma sociedade, tudo ganha sentido.
Assim a arte segue seu rumo, sacrificando a realidade para nos desvendar o indizível. E Andressa Carvalho descortina um de seus múltiplos caminhos: o manuseio do inusitado.
Desta participará com 2 paineis de aparas de tudo de creme dental pintados a óleo. Parte da Serie “FLORES” lançada este ano.
Rodrigo Roman e Wallace Puosso
Rodrigo e Wallace, amigos já há alguma data se conheceram fazendo arte. O início da parceria se deu quando Rodrigo realizou um trabalho de sonoplastia em um espetáculo teatral dirigido por Wallace em 2004. A poesia e a música foram desde o início o ponto de encontro das idéias pertinentes às duas partes. Daí pra frente, entre encontros e desencontros, celebrações e colaborações, as afinidades de idéias e práticas – poéticas sempre – levaram à necessidade de ultrapassar a barreira da palavra escrita e/ou falada adicionando tonalidades e texturas sonoras a fim de abstrair o sentido para atingir de forma sinestésica o ambiente e seus figurantes.
A primeira manifestação dessa pretensiosa intenção se deu em setembro passado, quando Wallace, envolvido num trabalho que mistura poesia e teatro, convidou Rodrigo a fazer uma intervenção sonora ao final daquela que fôra a estréia deste trabalho. A tal intervenção se resumiu ao uso de percursões microfonadas com delay, usados pra criar um mantra percursivo e sobre essa base o poeta desconstruiu a letra de “Língua”, de Caetano Veloso. Tem mais coisa surgindo e ainda há muito tempero a ser experimentado nesse caldeirão de idéias. São novas possibilidades, novas sensações, novas alegorias a serem consumidas e oferecidas e consumidas novamente numa cíclica antropofagia.
Rodrigo Roman, curioso e aventureiro antes de músico, já foi ator, mas preferiu os bastidores ao palco. Lhe apetece mais imaginar o som das imagens, e colorir o fundo branco do silêncio. Foi membro da banda The Mess Machine, de 2004 à 2006. Após esse período voltou a trabalhar no teatro, compondo temas para o espetáculo performático, chamado “Yulunga – Poema para um deus morto”. Atualmente vem experimentando e estudando produção de música eletrônica e deu início recentemente à trabalhos de arte urbana.
Para ouvir The Mess Machine: http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=19649
Para ouvir um tema desenvolvido para o espetáculo Yulunga: http://www.myspace.com/meandmy303
Wallace Puosso é ator, diretor e produtor cultural. Começou a trabalhar com teatro em 1992, sendo dirigido e orientado por Ademar Guerra, um dos maiores dramaturgos brasileiros. Como ator está atualmente com “Toda nudez será castigada” de Nelson Rodrigues. Como diretor, dirigiu ou co-dirigiu espetáculos premiados como “Inferno dos Anjos” e “Após a última dança, o gosto amargo da festa”. Enquanto poeta, você pode encontrar trabalhos no blog Acústico e Válvulado (http://wallace-puosso.blogspot.com/). Wallace também trabalha como gestor de projetos sociais e atualmente é coordenador do projeto “Nas asas do cinema” e presidente do Instituto Magneto Cultural.
Espaço Soham Ayurveda
Espaço Soham Ayurveda é um espaço que foi idealizado por Gisele Gimenes com o objetivo de trazer a Ayurveda para o Vale do Paraíba.
Ayurveda é uma ciência que surgiu na Índia a 5.000 anos, busca o equilíbrio de todas as partes que compõem o ser humano. Trabalha na prevenção, causas, rejuvenescimento tendo o potencial de cura também, caso a doença já tenha se instalado.
No Espaço Soham Ayurveda você encontra a possibilidade de contato com essa sabedoria perene e natural através de diversos tratamentos como dietas, massagens, shirodhara e outras terapias levando o indivíduo ao equilíbrio através da busca da integridade.
Não é simplesmente uma ciência médica mas sim um modo de viver de forma saudável e prazerosa em harmonia com os ciclos da natureza.
Endereços:
Pindamonhangaba – Rua: Geraldo Prates da Fonseca, 874 Lessa
12-36457394 | 12-97453377
Taubaté – Rua: Umberto Passarelli, 421 Jardim Primavera
12- 36814145 | 12-36814106
Gisele Gimenes
Desde criança morou em algumas regiões do Brasil e com isso teve a oportunidade de perceber precocemente a diversidade que move o mundo. Diversidade natural, cultural e principalmente a percepção da diferença entre as pessoas, a unicidade de cada ser e a representação que cada um tem dentro desse planeta e no universo.
A necessidade de cuidar sempre foi uma constante em sua vida, e motivada por essa intuição cursou Biologia na Universidade de Taubaté, desenvolvendo projetos na área de educação ambiental e ecologia.
Sentindo que algo lhe faltava começou a entrar em contato com algumas verdades espirituais que culmiram para o ponto onde chegou.
Terapeuta Holística e atualmente estudante de Terapias Ayurvédicas no Ciyman Centro Integrado de Yoga e Ayurveda em São Paulo, atende no Espaço Soham Ayurveda em Taubaté e Pindamonhangaba, auxiliando seus clientes na integração do ser através de práticas milenares indianas de saúde que equilibram o corpo, os canais energéticos, a mente e as emoções, refletindo na verdadeira essência para a qual todos voltaremos um dia.
NAMASTÊ
Ariella Parreira
Vídeo de Ariella no youtube. Música: Pura Esquisitice
Vídeo de Ariella no youtube. Música: Aquarela Menina
Fotos de Ariella no flickr.
Ariella Parreira e João Paulo Ambrogi já tinham anos de estrada na noite Vale Paraibana, quando seus caminhos se cruzaram no início de 2009. Ela, ainda criança, cantava no coral da igreja, onde pode aperfeiçoar sua voz e perceber a vocação de cantora que mais tarde a levaria aos palcos de bares e casas noturnas. Já adolescente, fez parte da banda Volúpia, como vocalista, além de tocar guitarra e violão. Com a Volúpia, Ariella ganhou cancha de palco e mergulhou de cabeça num repertório baseado no melhor do rock/pop nacional e internacional. Inquieta e dona de um gosto musical eclético e sofisticado, sentiu a necessidade de enveredar por novos caminhos musicais e se lançou num vôo solo. Acompanhada de seu violão e, vez ou outra, contando com o apoio de um percussionista, Ariella pode então trabalhar um repertório mais amplo que, sem abandonar o que de melhor tem o pop rock, mostrava a influência cada vez mais forte de artistas contemporâneos como a cantora canadense Feist e o duo norueguês Kings Of Convenience, alem de outros nem tão contemporâneos como Pink Floyd e Jefferson Airplane. Adicionou ainda nesse caldeirão sonoro músicas de monstros da música popular brasileira como Baden Powell e Tom Jobim.
O sucesso na noite vale paraibana rende um convite para integrar a banda Cantautores de Ilhona, e é justamente nesse ponto que sua história se cruza com a história do guitarrista e violonista João Paulo Ambrogi, que também se juntou à trupe no mesmo período. Do encontro nasceu uma afinidade musical que culminou com a idéia de se apresentarem em dupla, paralelamente e sem prejuízo às atividades da banda, que no momento se encontra em estúdio finalizando o segundo CD. Essa formação acústica de dois violões e duas vozes, abriu possibilidades de arranjos que valorizaram ainda mais o repertório que Ariella Parreira vinha cantando com sucesso sozinha, acrescido de novas músicas que mostram cada vez mais a personalidade musical da dupla . Desde então eles vêm se apresentando nos melhores bares e casa noturnas do Vale do Paraíba e da Serra Da Mantiqueira, conquistando cada vez mais admiradores por onde tocam.
